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O preconceito contra o nanismo

O preconceito contra o nanismo

Um relato de quem sente na pele.

Assessoria de Imprensa BLOG 120 views 0 min. de leitura

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Em homenagem ao Dia Nacional de Combate ao Preconceito contra as Pessoas com Nanismo, conversamos com a Letícia Teles, que nos contou um pouco do seu dia a dia e mostrou a importância de trazermos o assunto à tona.

Confira:

Posso dizer que a luta que nós, pessoas com nanismo, combatemos, é diária. Já faz parte da rotina, quase todos os dias precisamos lidar com olhares maldosos, comentários que geram constrangimento e até mesmo pessoas que pensam ter a liberdade de nos tocar. Inúmeras vezes as pessoas se referem a nós, utilizando o termo “anão”, isso é depreciativo.

Somos diferentes, temos nossas particularidades como todos os seres humanos, ninguém é igual a ninguém. Mas além disso, a sociedade impõe um “padrão” físico para as pessoas, o qual não nos enquadramos e isso é algo que pesa bastante na existência de tanto preconceito.

Desde 2004, o nanismo foi reconhecido como uma deficiência física no Brasil, através do Art. 4º do Decreto 3.298/1999, com isso tivemos nossos direitos claros e esclarecidos. Também muitas vagas de trabalhos, especificas para PCDs, puderam ser destinadas mais facilmente a pessoas com nanismo.

Diversas vezes já me deparei na rua, lugares públicos até mesmo encontros de família, com crianças que percebiam nossa diferença física e questionavam aos pais, estes sem saber o que responder, muitas vezes mandavam a criança ficar quieta ou respondiam qualquer coisa que viesse na cabeça. E é exatamente nesse momento que posso ressaltar um ponto importante, o qual acredito ser o diferencial para uma mudança de conceito sobre nós, iniciado ainda na escola, sim, a educação das crianças, com ações e diálogos abertos, onde seja proporcionando conhecimento adequado para elas.

Levamos uma vida normal, cada um com suas individualidades, tendo o seu trabalho, sua família. Vidas distintas, com altos e baixos, momentos de tristeza e felicidade, com problemas como todo ser humano. 

Somos diferentes, somos pessoas com deficiência, mas isso não é e nem será um motivo suficiente para termos nossa capacidade, esforço e superação medidos e avaliados através dela, pois não define quem somos.

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